quarta-feira, 6 de julho de 2011

Dificuldades e desafios

Neste último ano passei pelo momento mais difícil da minha vida. Grávida e com uma criança de dois anos fui abandonada pelo meu companheiro e pai das crianças. Não foi fácil, entrei em depressão ao descobrir que ele tinha outra pessoa e precisei de cuidados médicos e psicológicos.
 A pouco tempo atrás, fiquei sabendo que ele havia engravidado a tal moça dois meses depois da minha gravidez, ou seja, quando minha filhinha completou 2 meses, ela e meu outro filho ganharam mais uma irmã por parte de pai.
Pareceu até história de novela mexicana... Mas não estou aqui pra reclamar não, durante este período difícil, tive gratas surpresas, muito apoio de pessoas que realmente me amam e se importam comigo. Cresci através da dor. Aprendi a ter orgulho de mim mesma por ter tido coragem de fazer a coisa certa (ele sugeriu que eu tirasse o bebê). Minha filhinha é a coisinha mais linda e a razão da minha força. Agradeço a esse homem pelos dois filhos lindos que fizemos juntos e por todo sofrimento que passei, pois hoje sei que sou uma baita mulher, muito forte, capaz de encarar a vida de cabeça erguida apesar das dificuldades e desafios.
Estou pronta pro que der e vier!
E esta força, não é por ter endurecido meu coração, afinal, isso é pros covardes... a força que tenho é o que me impulsiona a continuar sonhando, acreditando, amando... é uma centelha de luz que me diz: "Camila, você escolheu ser feliz! Você é feliz e ninguém pode tirar isso de você!"
 Não importa o que fizeram contigo, mas o que você faz com as coisas que lhe fizeram...
Estou em paz!


Espero que minha história possa impulsionar outras pessoas a continuar acreditando...

Bjus

Camila

sábado, 2 de julho de 2011

O inicio

Ao pensar num nome para meu blog, fiquei questionando qual poderia melhor expressar esse momento de vida. Então, após algumas reflexões, surgiu o nome: levenovento, pois, para poder ter o coração e a mente leve, é preciso deixar que as preocupações, tristezas e angústias sejam levadas no vento. É preciso esvaziar a mente e respirar, olhar a vida como uma criança que enxerga pela primeira vez o mar e amar.... e quem sabe, a partir daí, recomeçar...